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15 de agosto de 2011

Concurso IBGE 2011: 4.250 vagas para Agente de Pesquisas e Mapeamento



O Presidente da FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE, no uso de suas atribuições e da competência que lhe foi outorgada pela Excelentíssima Senhora Ministra de Planejamento, Orçamento e Gestão, através da Portaria nº. 203, de 07 de julho de 2011, publicada no Diário Oficial da União de 08 de julho de 2011, torna pública a abertura das inscrições e estabelece normas relativas à realização de Processo Seletivo Simplificado mediante Contrato com a CONSULPLAN. O Processo Seletivo Simplificado é destinado a selecionar candidatos para contratação temporária de pessoal para a realização de pesquisas econômicas e sociodemográficas, e será realizado nos termos em vigor da Lei nº. 8.745, de 09 de dezembro de 1993, que dispõe sobre a contratação por tempo determinado para atender necessidade temporária de excepcional interesse público.

DAS INSCRIÇÕES NO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

4.1 - As inscrições serão efetuadas, no período de 29 de agosto a 19 de setembro de 2011, através do endereço eletrônico da CONSULPLAN (www.consulplan.net) ou através do Posto de Inscrição Informatizado nos municípios onde houver vagas, conforme lista divulgada no mesmo endereço eletrônico a partir de 10 de agosto de 2011 e de acordo com o subitem 4.6, para aqueles que porventura não disponham de acesso à Internet.

4.2 - No ato da inscrição, o candidato deverá manifestar sua opção do município onde deseja trabalhar, ficando a ele vinculado durante toda a participação no processo seletivo, inclusive quanto à realização das provas no polo correspondente, conforme Anexo IV deste Edital.

4.3 - Antes de efetuar pagamento da taxa de inscrição, o candidato deverá tomar conhecimento do disposto neste Edital e em seus Anexos e certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos. A inscrição do candidato implicará o seu conhecimento e a tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital e em seus Anexos sobre as quais não poderá alegar desconhecimento.
4.4 - O valor da taxa de inscrição é de R$ 20,00 (vinte reais), sendo obrigatoriamente o mesmo em todo o território nacional.

4.5 - DAS INSCRIÇÕES VIA INTERNET

4.5.1 - Para inscrição via Internet, o candidato deverá adotar os seguintes procedimentos:
a) estar ciente de todas as informações sobre este Processo Seletivo Simplificado, que estarão disponíveis no endereço eletrônico da CONSULPLAN (www.consulplan.net);
b) cadastrar-se, no período entre 00h00min do dia 29 de agosto de 2011 e 23h59min do dia 19 de setembro de 2011, observado o horário oficial de Brasília, por meio do formulário específico disponível no mencionado endereço eletrônico;

c) imprimir a Guia de Recolhimento da União e efetuar o pagamento da taxa de inscrição, que OBRIGATORIAMENTE deve ser efetuado em uma Agência do Banco do Brasil até a data de vencimento constante na mesma. O Banco do Brasil confirmará o seu pagamento junto à CONSULPLAN;

d) verificar o Cartão de Confirmação de Inscrição, a partir de 14 de outubro de 2011, no endereço eletrônico da CONSULPLAN (www.consulplan.net) e imprimi-lo;


 Veja o edital e as vagas:


A extinção dos Professores: quem se importa?




O ano é 2.020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação: 
   
  – Vovô, por que o mundo está acabando? 
   
  A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta: 
   
  – Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo. 
   
  – Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor? 
    
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar. 
   
  – Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios? 
   
  – Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos. 
   
   E como foi que eles desapareceram, vovô? 
   
  – Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa. 
   
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo. 
   
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi  orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério. 
   
Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade. 

Autor Desconhecido

Mensagem enviado por e-mai
Fabiane Piton Figueira
Graduanda em Educação Física
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB


14 de agosto de 2011

Filme - Quem somos nós - Resenha

 
 
 
O filme "Quem somos nós" faz uma aproximação entre física quântica e metafisica, pensando as possibilidades da realidade e as conseqüências das novas descobertas científicas para questões existenciais.

Chama-nos a atenção o fato de a fisica recente lançar questionamentos da ordem do real, reconhecendo a contingência e o grande papel das possibilidades. De fato, o estudo das partículas sub-atômicas aponta para o paradoxo espaço-temporal de um mesmo objeto estar em dois lugares ao mesmo tempo. Passando da ordem sub-atômica para uma realidade mais abrangente, perguntamo-nos o quanto há de contingente mesmo nas possibilidades da vida.
 
 
 

Outro fator relevante levantado pelo documentário é a importância do observador. Enquanto um átomo não é observado, ele é um feixe de possibilidades, mas quando há um observador, ele assume apenas uma forma. A realidade não é, portanto um dado puramente externo, como pensava a física clássica, mas uma construção do sujeito, como já apontavam os filósofos da mente.

Assim, questionamos também uma visão determinista ou fatalista da vida, e, com argumentos da própria ciência, aproximamo-nos do existencialismo que devolve ao homem a possibilidade de dar forma à sua vida através da sua liberdade ontológica. O ser humano, enquanto sujeito, é o grande ator e responsável pelo que ocorre a ele mesmo.

Do ponto de vista religioso, a constatação da constante interação entre tudo o que existe, seja no nível das partículas sub-atômicas, seja no nível da interligação dos eventos, pode dar uma certa sustentação à espiritualidade. No filme, essa religiosidade aproxima-se do zen-budismo e, às vezes, beira ao panteísmo. Mas o importante é demonstrar que a existência de Deus não precisa ser necessariamente um perigo para a razão, podendo até mesmo beneficiar essa visão globalizadora.

Além da física, o filme discute a neurociência e a biologia humana, mostrando como para o corpo, não há diferença entre um experiência real e um sonho ou fantasia. Ou ainda como podemos nos acostumar com a realidade tal qual a experimentamos uma primeira vez, dificultando novos níveis de compreensão e vivência. Uma nova experiência pode ser tão desconcertante que escapa aos sentidos imediatos. 
 
As sensações, além disso, causam uma descarga de hormônios, enzimas, ligações neurais que são assimiladas pelo corpo/cérebro. Quanto mais nos expomos a algumas situações, mais nosso corpo se adapta a elas e nos tornam "viciados" nelas. O mesmo ocorre quando evitamos outras experiências, às quais nosso corpo toma-se menos apto. Daí a importância dos sentimentos: as palavras e o pensamento têm um poder real sobre os acontecimentos e sobre nós mesmos.

É um filme interessante não só pela curiosidade como pela interdisciplinaridade. Os especialistas podem considerá-to até um pouco superficial, mas ele atinge o objetivo: populariza a física quântica e a filosofia, faz refletir sobre nosso papel no mundo e ajuda­-nos a nos conhecermos melhor. 
 
 

12 de agosto de 2011

Como promover a melhor comunicação entre o mundo adulto e mundo adolescente?



Pensar o desenvolvimento rápido dos jovens na contemporaneidade, junto ao uso demasiado das novas tecnologias, torna-se preocupação constante de muito pais e educadores. A dificuldade de lidar com diferentes temas, assuntos e cobranças, é comum a muitos adolescentes. Como pensar o comportamento do jovem e da criança frente ao possível choque de visões e conceitos de vida com o mundo adulto? Para esse debate, convidamos o Prof. Roberto Prado, membro do Conselho Superior da Assoc. Nacional de Educação Católica (ANEC) e Silvano Sulzart, que é especialista em psicopedagogia e blogueiro.

Silvano Sulzart

Com a globalização e as mudanças sociais, estamos vivendo momentos em que as relações interpessoais têm passado por uma metamorfose. As pessoas não têm mais tempo para conversar presencialmente, fazer uma visita, dialogar. Tudo termina sendo na esfera virtual. O adulto sai cedo de casa e passa todas as coordenadas para os filhos pelo telefone. Muitas das vezes estamos criando os nossos filhos sem conhecê-los e sem perceber que tudo à nossa volta está mudando; um novo contexto de relações e convivências está se configurando, pautado na virtualidade, sem cheiro, cor, sem toque e afeto, porém com muitas emoções.


Os adultos de hoje nasceram numa época em que a internet ainda não estava tão difundida, a televisão não tinha tanta influência social, o computador era uma raridade, e o mundo virtual estava ainda se configurando. O adulto necessita de um olhar atualizado e deve perceber que nossos alunos e filhos estão em um outro contexto sócio-histórico. Para entendê-los, é preciso considerar a realidade em que estão inseridos. Os adolescentes estão passando cada vez mais tempo na internet do que com a família. Possuem amigos virtuais e gostam de postar fotos, vídeos e comentários nas redes sociais. Como um adulto que muitas das vezes vive fora dessa realidade pode se comunicar melhor com um adolescente hoje?


A primeira questão a se pensar é que o adulto não deve agir como fiscalizador da vida do adolescente, porém precisa acompanhar o que esse adolescente está vivenciando; participar e partilhar saberes e informações. É importante que os pais saibam de quais redes sociais seus filhos participam e, melhor do que isso, é importante que os pais façam parte dessas redes. Muitos dos nossos adolescentes dominam as ferramentas tecnológicas e as redes sociais melhor do que muitos adultos. O que os adolescentes desejam é que os adultos que estão à sua volta interajam com eles, ajudem-nos em suas inquietações e buscas, sejam amigos e companheiros.


Outra questão importante é sempre perguntar ao adolescente coisas do seu mundo, da sua realidade, aproximar-se dele, ouvi-lo para poder interagir melhor. Nós gostamos de falar das coisas que nos dão prazer. Buscar um diálogo voltado para o que o adolescente gosta é importante, mas, para que essa comunicação aconteça, é imprescindível que você conheça seu adolescente. O que ele gosta de ouvir? Qual a sua banda/cantor favorito? Quem são os seus melhores amigos? Do que esses amigos gostam e o que ambos têm em comum? Quais seus sonhos e anseios? Quais são seus medos e angústias, valores e crenças? Depois de conhecê-lo melhor, fale, pergunte e informe as coisas de que ele gosta, motivando-o a conhecer outros caminhos e outras possibilidades.


Prof. Roberto Prado

Interessante perceber que num mundo onde a comunicação é cada vez mais facilitada, tem-se justamente mais dificuldades para se comunicar... Hoje tudo é on line, on time, imediato e visual. Celulares, tablets, notebooks, todos com câmera e microfone permitem um excesso de comunicação.

Sim, excesso! Tem comunicação demais! Pode ser sufocante! Talvez desta constatação venha a primeira resposta à pergunta-título: como tudo na vida, um pouco de bom senso não faz mal a ninguém. Não comunicar é ruim, mas comunicar demais também não é positivo.
Para continuar a resposta, teríamos que discutir qual é o mundo do adulto e qual é o mundo do adolescente — impossível neste espaço.

É comum ver adultos que não se preocupam nem em ouvir o que acontece no mundo jovem-adolescente. Sob alegações generalistas e preconceituosas (“só querem fazer barulho”, “não respeitam ninguém”, etc.), cortam toda e qualquer comunicação.

Outros adultos caíram na arapuca social de endeusar o novo e pretendem ser eternamente jovens — o que só os torna pseudo-adolescentes fora da idade.

Por outro lado, adolescentes não querem mais ouvir, não têm paciência com os adultos. Nada que vier deles serve, pois eles já estão ultrapassados.

É o choque de gerações, que sempre existiu, mas agora está muito mais acentuado. Como fazer a melhor comunicação entre eles?

Uma das características mais importantes no mundo atual é a compreensão das diferenças culturais. Acredito que podemos incluir nessas diferenças as que existem entre as gerações. Procurar entender, dar-se tempo de ouvir o que o outro tem a dizer. Lembrar que comunicação supõe dois lados e, portanto, ouvir e falar. Compreender. Seria um ótimo começo.

Mas não basta. É preciso compreender os papéis. O adolescente busca no adulto algumas referências, ainda que inconscientemente. Se o adulto quiser ser “bonzinho”, vai faltar quem lhe imponha regras. Por mais que o adulto esteja “ultrapassado”, o adolescente tem o que aprender com ele sim. Saber dizer sim e saber dizer não é uma dificuldade dos adultos de hoje, que atrapalham a comunicação.

Concluo e resumo com uma “resposta final” (mas não definitiva): estar aberto ao outro é a condição essencial para haver comunicação. Vou traduzir por “boa vontade”... Com boa vontade, a comunicação será certamente melhor, não? 

Visite o Portal e deixe um comentário.

Fonte: http://www.educarbrasil.org.br/Portal.Base/Web/VerContenido.aspx?GUID=19ef94c8-eedd-41a2-8037-3c2355a391a6&ID=208084

11 de agosto de 2011

CONAE: Conferência Nacional de Educação - Documento Final




A solenidade, no Palácio do Planalto, teve a presença de representantes da Conferência Nacional de Educação (Conae).

O novo PNE apresenta dez diretrizes objetivas e 20 metas, seguidas das estratégias específicas de concretização. O texto prevê formas de a sociedade monitorar e cobrar cada uma das conquistas previstas. As metas seguem o modelo de visão sistêmica da educação estabelecido em 2007 com a criação do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Tanto as metas quanto as estratégias premiam iniciativas para todos os níveis, modalidades e etapas educacionais. Além disso, há estratégias específicas para a inclusão de minorias, como alunos com deficiência, indígenas, quilombolas, estudantes do campo e alunos em regime de liberdade assistida.

Universalização e ampliação do acesso e atendimento em todos os níveis educacionais são metas mencionadas ao longo do projeto, bem como o incentivo à formação inicial e continuada de professores e profissionais da educação em geral, avaliação e acompanhamento periódico e individualizado de todos os envolvidos na educação do país — estudantes, professores, profissionais, gestores e demais profissionais —, estímulo e expansão do estágio. O projeto estabelece ainda estratégias para alcançar a universalização do ensino de quatro a 17 anos, prevista na Emenda Constitucional nº 59, de 2009.

A expansão da oferta de matrículas gratuitas em entidades particulares de ensino e do financiamento estudantil também está contemplada, bem como o investimento na expansão e na reestruturação das redes físicas e em equipamentos educacionais — transporte, livros, laboratórios de informática, redes de internet de alta velocidade e novas tecnologias.

Ideb — O projeto confere força de lei às aferições do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) — criado em 2007, no âmbito do PDE — para escolas, municípios, estados e país. Hoje, a média brasileira está em 4,6 nos anos iniciais do ensino fundamental (primeiro ao quinto ano). A meta é chegar a 6 (em uma escala até 10) em 2021.

Outra norma prevista no projeto é confronto dos resultados do Ideb com a média dos resultados em matemática, leitura e ciências obtidos nas provas do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Em 2009, a média foi de 395 pontos. A expectativa é chegar a 473 em 2021.
O novo plano dá relevo à elaboração de currículos básicos e avançados em todos os níveis de ensino e à diversificação de conteúdos curriculares e prevê a correção de fluxo e o combate à defasagem idade-série. São estabelecidas metas claras para o aumento da taxa de alfabetização e da escolaridade média da população.

Entre outras propostas mencionadas no texto estão a busca ativa de pessoas em idade escolar que não estejam matriculadas em instituição de ensino e monitoramento do acesso e da permanência na escola de beneficiários de programas de transferência de renda e do programa de prestação continuada (BPC) destinado a pessoas com deficiência. O documento determina a ampliação progressiva do investimento público em educação até atingir o mínimo de 7% do produto interno bruto (PIB) do país, com revisão desse percentual em 2015.

A primeira casa do Congresso Nacional a analisar o projeto será a Câmara dos Deputados.

Fonte: Portal do MEC



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