LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

29 de outubro de 2012

SEP-FAMAM - Seminário Estadantil de Pesquisa e Extensão



Seminário de Pesquisa Estudantil

A FAMAM - Faculdade Maria Milza conduz uma proposta acadêmica oferecendo ensino superior com excelência e qualidade, articulando os princípios do conhecimento científico às necessidades culturais, por intermédio de uma busca constante da interação entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Deste modo, promoverá a nona edição do Seminário Estudantil de Pesquisa e Extensão no período de 08 a 10 de novembro de 2012, com o tema Central: "Inovações e Mudanças Globais" atraindo a comunidade local e circunvizinha, estudantes de graduação, de pós-graduação e profissionais de diversos campos do saber, almejando; contribuir para a formação de pesquisadores e extencionistas, divulgar a produção acadêmica e incentivar o intercambio entre estes, através de palestra, minicursos e apresentação de trabalhos científicos.

Nesse contexto e da necessidade de investir e estimular a abertura de novos horizontes para o desenvolvimento de formação de opinião e de pesquisas inovadoras nas diversas áreas, surge o Seminário Estudantil de Pesquisa e Extensão – SEP FAMAM. Esse evento tem proporcionado à FAMAM, a cada ano, uma resposta significativa da comunidade acadêmica, bem como, do público em geral, com resultados importantes para o desenvolvimento científico e social no âmbito local e regional, uma vez que contribui para uma verdadeira integração técnica, científica e cultural. 

Data: 08, 09 e 10 de Novembro

Inscrições pelo site: http://www.famam.com.br

Valor: R$ 60,00


OBJETIVO GERAL


Promover um espaço de discussão e socialização do saber, nos aspectos científicos, culturais e éticos, frente às transformações e demandas da contemporaneidade, com enfoque nas inovações e mudanças globais. Para esse fim, reunir-se-á pesquisadores (as), educadores (as) e graduandos (as), das diversas áreas do conhecimento; bem como, profissionais da rede pública e privada de ensino da região e comunidade local e circunvizinha.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Oferecer oportunidade para que graduandos possam apresentar, debater, avaliar, enriquecer e divulgar as pesquisas realizadas;

  • Favorecer a possibilidade de uma análise fundamentada, crítica e rigorosa de modo a consolidar as pesquisas;

  • Fomentar novas interações ampliando as possibilidades metodológicas e científicas;

  • Fomentar novas interações comunidade civil e acadêmica;

  • Promover um espaço de divulgação e socialização de conhecimentos;

  • Promover o intercâmbio científico-cultural entre estudantes, professores, pesquisadores e comunidade;

  • Proporcionar o aprendizado em temas atuais e específicos, que não são abordados em salas de aulas.

PROGRAMAÇÃO
08/11/2012
LOCAL: Campus da FAMAM
14:00 às 18:30 h – Credenciamento

19:00 h – Solenidade de abertura
Weliton Antonio Bastos de Almeida – Diretor da FAMAM
Jucinalva Bastos de Almeida Costa – Diretora do CEMAM
Janelara Bastos de Almeida Silva - Diretora do CEMAM
Andréa Jaqueira da Silva Borge – Coordenação Geral do 9º SEPFAMAM
Elizabete Rodrigues da Silva – Coordenação Geral do 9º SEPFAMAM

19:30 h- Conferência – "Inovações e Mudanças Globais"
Conferencista: Celso Antunes

Atividade Cultural

Coquetel
09/11/2012
LOCAL: Campus da FAMAM
Matutino
08:00 às 12:00 h – Apresentação de Trabalhos - Oral - Pesquisa e Extensão
10:00 às 12:00 – Apresentação de Trabalhos (Pôster) - Pesquisa e Extensão

Vespertino
13:00 às 18:00 h – Apresentação de Trabalhos - Oral - Pesquisa e Extensão
16:00 às 18:00 h – Apresentação de Trabalhos (Pôster) - Pesquisa e Extensão

Noturno
18:00 h – Mini-cursos
10/11/2012
LOCAL: Campus da FAMAM
08:00 às 12:00 h – Mini-cursos

12:30 h – Premiação dos trabalhos
Atividade Cultural


Informações e Inscrições em http://www.famam.com.br/sep/novesep/page/

14 de outubro de 2012

Mestrado Profissional em Educação do Campo na UFRB



Grupo de Trabalho Educação do Campo do Centro de Formação de Professores (CFP) da UFRB aprovou junto a CAPES o seu primeiro Programa de Mestrado Profissional em Educação do Campo. Ele abrange duas linhas de pesquisa /atuação científico-tecnológica que têm como elemento de unidade o projeto de Educação do Campo delineado a partir das Diretrizes Operacionais para a Educação Básica do Campo (RESOLUÇÃO CNE/CEB 1, 03/04/2002) e pela Política Nacional de Educação na Reforma Agrária (Decreto nº 7.352, 04/11/2010) que destinam-se à ampliação e qualificação da oferta de educação básica e superior às populações do campo, respeitando a diversidade e a identidade das escolas do campo e das comunidades camponesas, em articulação com realidade socioeconômica, cultural, ambiental, política, de gênero, geracional e de raça e etnia do campo e, com o mundo do trabalho, considerando as condições concretas da produção e reprodução social da vida no campo.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou nesta quarta-feira, 3, os resultados da apreciação de propostas de cursos novos de 2012. Dentre os cursos aprovados está o Mestrado Profissional em Educação do Campo da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Este é o primeiro curso de mestrado que será oferecido no Centro de Formação de Professores (CFP), campus da UFRB em Amargosa.

A aprovação do curso vem ao encontro do envolvimento de pesquisares do CPF com a temática, procurando instaurar na região de localização deste Centro de Ensino e seu entorno o debate sobre a Educação do Campo mediante a realização de diversas atividades de ensino, pesquisa e extensão. O ponto de partida foi a criação da Especialização em Educação do Campo e Desenvolvimento Territorial do Semiárido Brasileiro, oferecida pela UFRB, e o curso de Licenciatura em Educação do Campo, oferecido pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em parceria com UFRB.

A proposta do Mestrado Profissional em Educação do Campo foi apresentada à Capes e recomendada durante a 139ª Reunião do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES), realizada no período de 24 a 28 de setembro, em Brasília. “O curso tem por propósito intermediar o diálogo entre a diversidade camponesa e o fazer pedagógico, visando contribuir para que professores das redes públicas de ensino, gestores públicos e articuladores dos movimentos sociais do campo possam redimensionar suas leituras sobre a realidade agrária brasileira, redefinindo suas práticas pedagógicas e os modelos de gestão das escolas do campo”, diz o texto da proposta.

Com a aprovação pela Capes, o Mestrado Profissional em Educação do Campo iniciará suas atividades a partir do primeiro semestre de 2013.
Linha de Pesquisa:
1 - Trabalho, Movimentos Sociais e Educação
2 - Formação de Professores e Organização do Trabalho Pedagógico nas Escolas do Campo
Em breve será lançado o Edital do seletivo para as 10 vagas. Haverá também a possibilidade posterior de inscrição para alunos especiais (ouvintes).
O curso coordenado pela Profª Silvana Lima, conta com doze docentes, sendo nove da UFRB e três docentes colaboradores (UNEB, UESC e UESB). 
Projeto Político Pedagógico (em breve) 
Regimento Interno (em breve) 
Informações e contatos:
Fone: 75 3634.3042

26 de agosto de 2012

EDUFBA lança o livro Educação e ruralidades: memórias e narrativas (auto)biográficas, de Elizeu Clementino de Souza (Org.)





Organizado por Elizeu Clementino de Souza e publicado pela Editora da Universidade Federal da Bahia (EDUFBA), o livro Educação e ruralidades: memórias e narrativas (auto)biográficas será lançado no dia 28 de agosto, às 17h, durante o Seminário de Formação, no Auditório Jurandir Oliveira, no Departamento de Educação da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Salvador.

Esta obra parte do seguinte questionamento: teriam os educadores que pensar no rural e em seus problemas? A partir disso, discute questões teórico-metodológicas e aprofunda dimensões vinculadas às práticas educativas, especificamente nos diversos domínios da pesquisa (auto)biográfica, focalizando os dispositivos de atuação docente em contextos educativos rurais.

Dividido em três eixos temáticos, que envolvem desde a formação docente no contexto da educação rural até questões relacionadas a processos migratórios, este livro busca contribuir, também, para o debate contemporâneo sobre as ruralidades no campo educacional brasileiro.

Serviço

O quê: Lançamento do livro Educação e ruralidades
Quando: 28 de agosto, terça-feira, às 17 horas
Onde: Auditório Jurandir Oliveira; Rua Silveira Martins, 2555, Cabula, Salvador
Preço especial do livro: 40,00
Informações adicionais sobre o livro
ISBN: 978-85-232-0971-1          Área: Educação
Formato: 16 x 24 cm                   Número de páginas: 465
Ano: 2012

Seminários de Pesquisa e Extensão do Extremo Sul da Bahia





O Departamento de Educação Campus X/UNEB, ao longo de sua história vem desempenhando um importante papel na região do Extremo Sul da Bahia formar educadores e especialistas na área da educação. Nesse sentido, as atividades de pesquisa e extensão partem do princípio de interlocução entre universidade e comunidade, na busca de soluções conjuntas para os problemas da realidade sociocultural, ao mesmo tempo em que ressignifica suas ações fortalecendo a tríade pesquisa, ensino e extensão.

Os Seminários de Pesquisa e Extensão do Extremo Sul da Bahia, promovido pelo Departamento de Educação Campus X/UNEB, desde o ano de 2002 vem se constituindo num evento de considerável relevância social, política, cultural e científica porque aglutina profissionais da educação, pesquisadores e discentes de graduação e pós-graduação da região e de outras localidades. Tem como finalidade divulgar o conhecimento historicamente sistematizado e debater acerca de questões do ensino, da pesquisa e das atividades extensionistas que a universidade e os sujeitos sociais realizam dentro e fora dela.

A sexta edição do Seminário elegeu como temática geral FORMAÇAO HUMANA, CURRICULO E PRÁXIS SOCIAL. Desse modo, o VI Seminário de Pesquisa e Extensão do Extremo Sul da Bahia (VI Sepex) constitui-se, portanto, em um espaço privilegiado de socialização do conhecimento, de troca de saberes, de perspectivas e questionamentos em busca de novas reflexões, críticas e de produção acadêmica de caráter investigativo de caráter interdisciplinar.

Nos dias de seminário, serão desenvolvidas atividades como: conferências, palestras, mesas redondas, comunicações de pesquisa, relatos de experiências, feiras culturais, fóruns, pôsteres, rodas de conversas, minicursos e outros. Além da programação técnico-científica, o seminário tem se constituído em um espaço de apresentações de projetos artístico-culturais coordenados pelos docentes do DEDC X bem como da comunidade regional.


>> INSCRIÇÕES DE TRABALHOS PRORROGADAS ATÉ O DIA 31/08/2012 <<


Para efetuar a inscrição no evento é necessário:
  • Preencher o formulário on-line de inscrição.
  • Efetuar o pagamento da taxa de inscrição de acordo com a tabela dada.
  • O pagamento deve ser efetuado no Banco do Brasil, agência 1289-0, conta poupança 46.298-5, variação 51. >>NOVO<<
  • É obrigatório enviar para o e-mail sepexcampusx@gmail.com o comprovante da taxa de inscrição digitalizado.
  • Caso seja estudante é obrigatório enviar para o e-mail sepexcampusx@gmail.com o comprovante de matrícula digitalizado.
  • Não é obrigatória a inscrição de trabalho para participar do evento. Pode-se participar como ouvinte com direito a certificado de participação e outros materiais distribuídos aos participantes.
  • A participação seja em um ou dois trabalhos implica no pagamento de apenas uma inscrição.
  • Não será aceito cancelamento. Na impossibilidade de comparecimento do participante, somente será aceita a substituição por outra pessoa.
Taxas de inscrição no evento
CATEGORIA
ATÉ 21/09/2012
A PARTIR DO DIA 22/09/2012
Discentes
R$ 25,00
R$ 35,00
Profissionais
R$ 40,00
R$ 45,00

15 de agosto de 2012

Lições de inovação: Revista de circulação Nacional apresenta Vera Cruz como modelo de inovação no processo educacional

A Revista Educação do grupo Segmento, de circulação Nacional, apresenta o Municipio de Vera Cruz como modelo de inovação no processo educacional brasileiro.Parabéns a toda equipe educacional do municipio especialmente os alunos e professores da Escola Maria Geralda da Conceição, citada na reportagem.

Revista Educação de Agosto de 2012.

http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/184/licoes-de-inovacaocomo-escolas-publicas-brasileiras-conseguiram-envolver-os-pais-264798-1.asp

Lições de inovação

Como escolas públicas brasileiras conseguiram envolver os pais nas tarefas escolares, mesmo quando não tinham repertório para isso, e melhoraram o desempenho de seus alunos


Carmen Guerreiro
Silvano Sulzarty/Divulgação
A professora de língua portuguesa, Miraildes Bispo, da Escola Municipal Maria Geralda da Conceição, BA: com o aumento da lição de casa, os resultados já são percebidos

Em 2009, a rede municipal de educação de Vera Cruz, município do interior da Bahia, decidiu enfrentar o mesmo dilema de muitas escolas e redes brasileiras que atendem a uma população mais pobre: sendo a maioria dos pais iletrada e trabalhando fora em diversos turnos, pouco ou nada conseguiam ajudar seus filhos com as tarefas que traziam da escola para casa. Seja por desestímulo, por falta de cobrança ou por dúvidas que não podiam ser respondidas pelos pais, os estudantes acabavam por ignorar a lição de casa. Mas em vez de diminuir o ritmo do dever, a rede o aumentou. Isso com o compromisso de que, no dia seguinte, na escola, o aluno tivesse a oportunidade de se sentar junto a um professor para corrigir a atividade. Os estudantes têm a opção, ainda, de fazer a lição de casa no contraturno, já que as escolas passaram a funcionar em período integral e reservam um tempo para essa atividade, com um professor para orientar e tirar as dúvidas. 
"A lição serve como reforço às atividades da sala de aula para estimular o aluno com uma abordagem interessante que faça resumo do que foi ministrado em classe, para que ele crie esse vínculo de aprender e estudar em grupo ou sozinho", afirma Silvano Sulzarty, professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e coordenador pedagógico da Escola Maria Geralda da Conceição, uma das 53 da rede de Vera Cruz. Sulzarty conta que a reação de muitos pais em princípio foi negativa, porque o contraturno, usado também para o reforço da lição, impedia os jovens de trabalhar. "Estamos em uma região que infelizmente ainda tem muito trabalho infantil, por isso muitas crianças ficavam sem fazer as lições de casa devido à falta de tempo ou ao esgotamento em que chegavam em casa à noite, por estarem trabalhando." Com o tempo, a reação diminuiu e os resultados apareceram. Sulzarty conta que o desempenho dos alunos melhorou cerca de 60% por causa da iniciativa, mas que em algumas escolas esse índice chega a 80% (isso é avaliado por provas semestrais desde que as mudanças foram implementadas).

Crianças investigadoras

Da Bahia ao Ceará, a mesma questão: a falta de envolvimento dos pais (ou interferência negativa) também fazia com que as crianças da Escola Municipal de Educação Infantil José Perboyre Sampaio Sabiá, em Juazeiro do Norte, tivessem pouco ou nenhum envolvimento com a lição. "Percebemos que elas não tinham acompanhamento em casa, não tinham estudo dirigido, e isso dificultava o nosso trabalho", conta Lygia de Oliveira, diretora da escola. "Quando havia um feriado, por exemplo, ou não havia aula, os alunos retrocediam." Isso quando a lição não vinha feita pelos pais, perdendo completamente o seu propósito. Para manter o contato com o conhecimento e atividades voltadas para o desenvolvimento infantil constantes, a equipe pedagógica da escola elaborou o projeto De Casa Para Sala/ Da Sala Para Casa. O objetivo da iniciativa é dar continuidade ao trabalho feito em sala de aula, enviando propostas de leitura, pesquisa de informações e propostas de atividades lúdicas relacionadas ao que foi trabalhado em classe naquele dia, para estimular o espírito investigador das crianças e envolver os pais nas atividades.

Diferentemente da lição de casa tradicional, focada na reprodução de exercícios que geram um padrão semelhante, o propósito do projeto é que as próprias crianças usem como base seus conhecimentos prévios e pessoais, juntem a isso o que aprenderam na sala de aula, pesquisem novos saberes e criem algo novo que reflita o processo de aprendizado. "É a criança construir por ela mesma. É fazê-las pensar sobre o que estão produzindo, desenvolver um senso crítico. A criança compreende melhor o mundo dessa forma, porque observa e, sozinha, espontaneamente, faz suas descobertas", diz Lygia. Em paralelo, a escola passou a chamar mais os pais para atividades no ambiente escolar, tanto em reuniões, quanto em atividades de estímulo à leitura e empréstimo de livros. Tomadas pelo gosto de ler, as famílias tenderam a se envolver mais com a vida escolar dos filhos.

Internet e incentivo

Despertar o interesse da família pela vida escolar e, por consequência, pela lição de casa dos filhos, foi a mesma solução encontrada pela professora Taiz Helene Valenzuela, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Associação da Paz, em Paragominas, interior do Pará. Boa parte dos pais estuda na turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA) da escola, e frequentemente estão aprendendo conteúdos atrasados em relação aos seus filhos. "Eles reclamavam que não sabiam ler e não tinham estudos, por isso não podiam ajudar com a lição. Mas eu falava que só o fato de perguntar para o filho se ele está fazendo ou não já é um incentivo", relembra Taiz. Foram necessárias muitas reuniões de conscientização para a importância da tarefa. Quando conseguiu garantir o maior envolvimento das famílias, a professora investiu na principal ação para que seus alunos, do 4º ano, passassem a fazer o dever de casa: propor uma atividade criativa e interessante, conectada a sua realidade.

Assim, Taiz criou uma webquest, um site propondo uma situação relacionada ao tema trabalhado em sala de aula, com instruções para fazer, de casa, uma pesquisa orientada na internet em torno do assunto, e assim agregar conhecimento junto aos colegas de volta à classe. "A preparação deles para a aula melhorou, e por isso a participação em classe aumentou. Hoje existe a interação dos alunos, e me sinto a mediadora na sala de aula, e não mais aquela que transmite conteúdo", afirma. 

Comentário