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10 de maio de 2011

Como elaborar um poster acadêmico:Guia prático para a concepção e elaboração de posters

Estrutura do pôster:

I
. Título; Autores;
II. Introdução;
III. Referencial;
IV. Objetivos;
V. Metodologia;
VI. Desenvolvimento;
VII. Resultados obtidos;
VIII. Considerações Finais / Conclusão;
IX. Referências utilizadas.


Apresentação Gráfica:


As letras do corpo do texto deve ser arial ou time new roman tamanho mínimo de 18 e máximo de 26, sendo o título em caixa alta, negrito com no mínimo de 40 e máximo 50. Recomendação: *Recomenda-se organizar as informações visuais de forma clara e que possibilite a organização e identificação dos títulos e o corpo do texto.


1. Os posters em congressos: exposição e análise

As sessões de exposição de Posters são geralmente bastante movimentadas (principalmente nas horas de coffee break). Estas têm a duração de um dia (ou parte), e incluem geralmente dezenas de trabalhos (em Congressos de maiores dimensões esse número pode atingir as centenas) expostos simultaneamente. Os posters são afixados em Placards, onde ficam à disposição da Comunidade Científica, que os analisa na maior parte das ocasiões sem os autores estarem presentes. Por conseguinte, os posters devem "falar por si".

A consulta de posters é feita de pé, pelo que constitui um exercício extremamente cansativo. Por esse motivo, os posters têm que competir entre si pela conquista da atenção da audiência. É vital que os autores invistam fortemente na captação do interesse de leitores - entre eles, potenciais colaboradores, orientadores ou empregadores futuros - sob o risco de os mesmos passarem desinteressadamente pelo poster.

As comissões organizadoras dos Congressos estipulam um período durante o qual um dos autores deve estar presente junto do painel. Esse período é fundamental pois permite a troca de impressões com a comunidade científica presente no Congresso. Não raramente, são estabelecidos contactos e colaborações preciosas.

2. Princípos gerais para o sucesso dum poster

À semelhança de qualquer cartaz publicitário, os posters devem ser sintéticos e apelativos. A informação apresentada deverá ser retida facilmente, pelo que deve ser perfeitamente sistematizada. Um poster será mais apetecível se:

Os pontos chave do poster forem evidentes a 2m de distância.
O poster for visualmente apelativo, tiver uma concepção agradável e/ou inovadora;
O número de palavras não for abusivo (máximo de 200 em texto corrido);
A leitura for fácil e intuitiva;
O leitor precisar de pouco tempo - 2 minutos - para perceber o trabalho.

IDEIA CHAVE: O MUITO É INIMIGO DO BOM !!!!

3. Alguns detalhes e algumas máximas

3.1. Preparação

"Nunca é cedo demais para pensar no poster" (1). A concepção do poster começa no momento em que surge a pergunta/o problema a esclarecer. Já devia ter começado a pensar no assunto! O enunciar do problema da forma mais clara e sucinta é um excelente primeiro passo. Enunciei claramente o problema? Uma pesquisa sistematizada é um contributo importante para o sucesso da preparação do poster. Definir
áreas chave!

As linhas e/ou etapas sistematizadas para a pesquisa da informação podem constituir secções do Poster.Manter um ficheiro de ideias. Durante a pesquisa, devem ser recolhidas imagens o mais apelativas e elucidativas possível: Uma imagem pode valer 1000 palavras. Desde o início, deverão ser produzidos esboços da organização do poster em folhas de papel, pois tal ajuda à estruturação progressiva do trabalho . Realizar estudos escritos!

3.2. Organização no papel

A informação deve ser simples de ler e compreender: O leitor tem pouco tempo.
São 3 os itens a trabalhar: espaço livre, texto e imagens. Estes devem aparecer equilibrados, o que geralmente envolve 1 de 2 opções: a) 1/3 para cada,; b) 50% de texto e 50% de imagens. Não favoreci um componente?

ATENÇÃO: Frequentemente, priveligia-se o texto o que desencoraja o leitor - imagine-se a ler em pé dezenas de trabalhos assim!...

Dados numerosos devem ser sistematizados em Gráficos ou sob a forma de Tabelas ou desenhos ilustrativos. As tendências é que importam!

3.3. Sequência da informação no formato final

A mesma de uma leitura normal, geralmente do topo esquerdo até ao fundo direito. O pescoço do leitor é importante! Numerar, usar setas ou cores indicativas, ajuda a orientar o leitor. Não posso torná-lo menos confuso?

3.4. Formato do texto

Deve poder ser lido perfeitamente a 2m de distância. O tamanho das letras é suficiente?
Parágrafos de texto apenas em maiúsculas são difíceis de ler.A leitura é facilitada quando o espaçamento de texto é de linha única e o dos parágrafos de linha dupla.Mudar o espaçamento facilita a leitura? As frases longas desanimam. Curto e directo s.f.f.!

Sugestões: para tamanhos de letra para o formato A4: título: 20 pt; cabeçalhos: 10 pt; texto: 5pt.

Alterando o tamanho da letra a informação fica melhor sistematizada?

3.5. Raciocínios

O trabalho realizado deve ser compreendido mesmo na ausência do autor. O Poster "fala por si"? As etapas de raciocínios efectuados podem corresponder a secções do poster, na mesma sequência.

Encadear logicamente.

A leitura do Resumo e da Conclusão deve desafiar o leitor a percorrer o resto do trabalho. Posso expor as conclusões de forma mais interessante?

4. O "Handout": uma ferramenta útil de trabalho e de divulgação

Uma maneira de perceber se os vários aspectos da concepção do Poster estão salvaguardados no produto resultante, é preparar o poster em computador, e imprimi-lo numa folha A4, sem alterar proporções. Esta impressão designa-se por handout do poster. Um handout confuso, de leitura difícil, sem coerência gráfica ou desproporcionado quanto às suas partes constituintes, indicia que no seu tamanho real o Poster padecerá de características semelhantes. Por outro lado, se o handout estiver bem construido, então o Poster também o
estará.

Autores:Manuel João Costa
Afiliação:Universidade dos Açores, Departamento de Ciências Tecnológicas e Desenvolvimento
mmcosta@notes.uac.pt

Como elaborar um memorial acadêmico: Dicas e Orientações

ORIENTAÇÕES PARA COMPOSIÇÃO DO MEMORIAL DESCRITIVO

O Memorial Descritivo é uma autobiografia que descreve, analisa e critica acontecimentos sobre a trajetória acadêmico-profissional e intelectual do candidato, avaliando cada etapa de sua experiência.Recomenda-se que o memorial inclua em sua estrutura seções que destaquem as informações mais significativas, como a formação, as atividades técnico-científicas e artístico-culturais, as atividades docentes, as atividades de administração, a produção científica, entre outras.O texto deve ser redigido na primeira pessoa do singular, o que permitirá ao candidato enfatizar o mérito de suas realizações.

Sugestão de Estrutura do Memorial
1.       Folha de rosto
a)       nome do candidato
b)       título (Memorial Descritivo)
c)       local
d)       ano
2.       Formação, aperfeiçoamento e atualização
Na descrição, mencionar:
a)       educação superior - graduação
b)       educação superior - pós-graduação
c)       estágios
d)       cursos de extensão
e)       iniciação científica e monitoria
f)        bolsas de estudo
g)       participação em congressos, simpósios, seminários e outros eventos congêneres

   Deve-se inserir comentários sobre como decorrem os cursos de formação, de aperfeiçoamento e de atualização, assim como o resultado final e também os reflexos na carreira profissional, docente, científica, literária e/ou artística do candidato.
3.       Atividades docentes
As atividades docentes referem-se às funções desenvolvidas no ensino e na orientação de estudantes. Na descrição, mencionar:
a)       aulas e cursos ministrados (especificar em que disciplinas)
b)       orientações de trabalhos de alunos (Feiras de Ciências, das Profissões, entre outros eventos), trabalhos de conclusão de cursos, de estágios e/ou de bolsistas
c)       palestras e/ou conferências proferidas

4.       Atividades de administração
Indicar outras atividades profissionais que não se enquadrem nas modalidades anteriores:
a)       participação em comissões, coordenações, supervisões de trabalhos e/ou projetos
b)       participações em conselhos, em comitês e/ou júri de prêmios entre outros
c)       participações em órgãos colegiados, comitês executivos, grupos de trabalhos, entre outros
d)       consultorias
e)       funções eletivas, inclusive diretorias, conselhos de entidades (profissionais e/ou sindicais) indicando função exercida, inclusive de chefia, coordenação, direção com o respectivo tempo de mandato
5.       Títulos, homenagens e aprovações em concursos
Mencionar o ano e a distinção outorgada e o local.
6.       Produção científica, literária e artística.
Incluir trabalhos científicos, literários e/ou artísticos que tenham sido publicados, assim como trabalhos apresentados em congressos, jornadas e outros eventos similares.

Obs: Para a Formatação do texto siga as regras da ABNT

Fonte: FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA – UNIFOR

Caso deseje melhores explicações, pode solicitar via e-mail.                       


5 de maio de 2011

Projeto de Pesquisa para Mestrado: GESTÃO EDUCACIONAL: DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DOS GESTORES ÀS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS NO ESPAÇO ESCOLAR

Elaborei este projeto de pesquisa,  quando tentei o Mestrado em Educação na Universidade Federal da Bahia. Segue para apreciação, lembrando que cada programa de pós-graduação, estabelece as diretrizes para a elaboração do projeto que será avaliado bela banca. Antes de elaborar um projeto para o mestrado em alguma Universidade Pública, observe a linha de pesquisa do Mestrado, busque informações no site do programa, veja se tem algum professor que pesquisa ou orienta a sua temática, desta froma você poderá tentar o processo seletivo, prevendo que este professor seja o seu futuro orientador.Se desejar pode utilizar este modelo e projeto.Lembre-se que este projeto não esta completo e alguns dos itens necessita de um maior aprofundamento teórico e metodológico.

Leia também esta postagens que elaborei:  Orientações para Ingressar no Mestrado .

 
 
Em 2012 fui aprovado no Mestrado em Educação como aluno regular e a minha pesquisa, resultou neste livro.


TITULO:

SABERES RECONTEXTUALIZADOS E RESSIGNIFICADOS NA AUTO-FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DOCENTE: A BUSCA PELA QUALIFICAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE




O Livro Docência nas águas: Diversidade Cultural, Maritimidade e Travessias na Ilha de Itaparica. O Livro é uma obra, que discute como ocorre a docência em meio a maritimidade e a diversidade cultural que circunda a Ilha de Itaparica. O livro apresenta também um breve recorte histórico da Ilha de Itaparica, do Município de Vera Cruz, e da trajetória do autor como “docente das águas”, termo que o mesmo utiliza ao referir-se ao desenvolvimento da docência no contexto da Maritimidade. Inspirado pelo romance Mar Morto de Jorge Amado, nas histórias de Guma, Lívia e da professora Dulce, personagens de Jorge Amado, o autor apresenta a cultura das águas de forma singular e poética através das narrativas de oito docentes que colaboraram na pesquisa.
 
 
O mar, a ilha, a docência e a escola vão se implicando e produzindo um cenário único e diverso, onde o fazer a educação se produz e traduz na ilha e no mar. A escola da ilha, desvela este lugar da maritimidade, das práticas sociais, culturais e simbólicas produzidas pelos sujeitos na relação com o mar. Assim, o mar flui no ensino, nas brincadeiras, no dia-a-dia dos alunos e alunas.
 
Acesse o Livro no site para compra-lo:

GESTÃO EDUCACIONAL: DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DOS GESTORES ÀS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS NO ESPAÇO ESCOLAR



1.INTRODUÇÃO

Este projeto de pesquisa será desenvolvido na rede educacional do município de Vera Cruz-Bahia. Visando analisar e refletir sobre a atuação dos 55 gestores das Escolas Municipais de  Vera Cruz, que é um município que se localiza na zona metropolitana de Salvador e possui 9.200 alunos que  estão matriculados nas 55 unidades escolares. O projeto pretende analisar se a formação inicial ou continuada dos gestores que atuam nestas escolas contempla as demandas administrativas que emergem no espaço escolar, e quais projetos e políticas a Secretaria Municipal de Educação tem desenvolvido para subsidiar a atuação destes gestores.

Este projeto pretende também refletir sobre as produções de alguns trabalhos voltados para a gestão educacional democrática da escolar, tomando como base a reflexão nas pesquisa de:  Arroyo (1979); Aguiar (1987); Paro (2000); Dourado (1998); Ferreira, (1999); Costa (1997); Lima (2001); Barroso, Sjorslev, (1991) Apple, James (1997); Canário (1995) Libâneo (2004, 2005), Luck ( 1998, 2007) dentre  outros,  para melhor compreender a gestão dos espaços educativos e a formação de gestores, tendo como norte, pensar a gestão participativa da escola, visto que a bibliografia atual, como as demais pesquisas voltadas para a gestão educacional propõe uma nova forma de atuação do gestor de escola, seja ele diretor, vice-diretor, assistente de direção, supervisor, coordenador pedagógico ou orientador educacional, e estabelece dois princípios fundamentais, que não são excludentes, mas complementares: a democratização da gestão escolar prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, lei 9394/96 e a profissionalização da ação diretiva.

Para Morgan (1996), a escola deve funcionar como um sistema vivo que existe num ambiente mais amplo do qual depende em termos de satisfação das suas várias necessidades e os seus profissionais devem funcionar como os órgãos que, em conjunto, trabalham para que a organização cumpra com os seus objetivos. A escola tem-se enquadrado num modelo de Burocracia Profissional, característica de organizações que atribuem grande importância aos profissionais da produção, a quem é atribuído um elevado grau de autonomia, ideal para um sistema essencialmente normativo onde o principal objetivo é a produção com fins reprodutivos. Assim sendo, a complexidade do estudo organizacional assume particular relevância, pois se existem diferentes tipos de organização,também há diferentes gêneros de ambiente. Ribeiro (1986) compreende a administração da escola como uma necessidade.

a administração escolar vai funcionar como um instrumento executivo, unificador e de integração do processo de escolarização, cuja extensão, variação e complexidade ameaçam a perda do sentido da unidade que deve caracterizá-lo e garantir-lhe o bom êxito (RIBEIRO, 1986, p. 30).

De acordo com Paro (2000), a administração geral pode ser vista, tanto na teoria quanto na prática, dois campos se interpenetram, a racionalização do trabalho e a coordenação, levando em conta respectivamente, os elementos materiais e conceptuais, de um lado, e o esforço humano e do outro o esforço coletivo.

Segundo Jose Carlos Libâneo (2004) a   gestão da escola, é uma tarefa administrativa, e pensar na gestão deste espaço remeti-nos a muitos desafios, pois a organização e a gestão escolar são  dimensões que estão profundamente articuladas, já que a escola não é uma soma de partes, mas um todo interligado que busca articular as orientações dos poderes públicos e o pensar pedagógico à sua prática do dia-a-dia, mediada pelo conhecimento da realidade e pela participação de todos os atores envolvidos no processo educativo.

Os termos gestão e administração da educação são utilizados na literatura educacional ora como sinônimos, ora como termos distintos. Algumas vezes, gestão é apresentada como um processo dentro da ação administrativa; em outras, seu uso denota a intenção de politizar essa prática. Apresenta-se também como sinônimo de gerência, numa conotação neotecnicista, e, em discursos mais politizados, gestão aparece como a nova alternativa para o processo político-administrativo da educação (GRACINDO; KENSKI, 2001, p. 113).
                                 
                                      A gestão é a atividade pela qual são mobilizados meios e procedimentos para atingir objetivos da organização, envolvendo os aspectos gerenciais, técnico-administrativo e pedagógico. Para tanto é necessário que as escolas utilizem os objetos da gestão (processo, projeto, programa), para assim atingirem seus objetivos. (LIBÂNEO 2004, p.15)

          A concepção de gestão escolar supera e relativiza o conceito de administração escolar, trata-se de um significado mais abrangente, democrático e transformador que percebe a escola como um espaço de conflitos, de relações interpessoais, de emergência e alternância de lideranças, de negociação entre interesses.
                                     



                                      A expressão “gestão educacional”, comumente utilizada para designar a ação de dirigentes, surge, por conseguinte, em substituição a “administração educacional”, para representar não apenas novas idéias, mas sim um novo paradigma, que busca estabelecer na instituição uma orientação transformadora, a partir da dinamização de rede de relações que ocorrem, dialeticamente, no seu contexto interno e externo. Assim, como mudança paradigmática está associada à transformação de inúmeras dimensões educacionais, pela superação, pela dialética, de concepções dicotômicas que enfocam ora o diretivismo, ora o não-diretivismo; ora a hétero-avaliação, ora auto-avaliação; ora a avaliação quantitativa, ora a qualitativa; ora a transmissão do conhecimento construído, ora a sua construção, a partir de uma visão da realidade (LUCK 2007, p 4)

Segundo Libâneo,

                                      Toda instituição escolar necessita de uma estrutura de organização interna, geralmente prevista no regimento escolar ou em legislação específica estadual ou municipal. O termo estrutura tem o sentido de ordenamento e disposição das funções que asseguram o funcionamento de um todo, no caso, a escola (...). A estrutura organizacional de escolas se diferencia conforme a legislação dos estados e municípios e conforme concepções de organização e gestão adotadas. (LIBÂNEO, 2004, p.127)

Paro salienta que,
                                      A atividade administrativa não se dá no vazio, mas em condições históricas determinadas para atender as necessidades e interesses de pessoas e grupos. A administração escolar está, assim, organicamente ligada à totalidade social, na qual, além de se realizar e exercer sua ação, está sujeita às condições existentes de ordem econômica, política e social. Assim, os elementos relacionados à administração e à escola devem ser examinados à luz da organização e funcionamento da sociedade. (PARO 2000, p. 54)
            

           Percebe-se que é necessária uma reflexão com todos dos atores envolvidos        no                         cotidiano  escolar,  pois na atual escola pública do Brasil, os papéis de direção administrativa e de direção pedagógica tendem na prática a se fundir num único personagem dirigente. Este projeto propõe refletir justamente sobre esta questão, buscando analisar no contexto do município de Vera Cruz, e os gestores possuem formação administrativa e pedagógica para a atuação nos estabelecimentos escolares, pois como afirma Libâneo (2004), Luck (2003)  dentre outros a gestão educacional hoje tem dois princípios fundamentais, que não são excludentes, mas complementares: a democratização da gestão escolar e a profissionalização da ação diretiva, é justamente este foco, que pretendemos refletir, pesquisar e analisar neste projeto.


2.PERGUNTA DE INVESTIGAÇÃO

A formação inicial ou continuada especificamente dos gestores das escolas municipais de Vera Cruz oferecem subsídios teóricos  para os  desafios da gestão escolar, em face das novas demandas que a escola enfrenta, no contexto de uma sociedade que se democratiza e se transforma?


3.HIPOTESES

A gestão da escola publica é uma tarefa que demanda competência técnica, pois a escola como uma organização publica, exige uma gestão baseada nos princípios da gestão participativa,  que demanda conhecimentos administrativos e pedagógicos, que não são trabalhados na formação inicial e desta forma, existe um déficit também destes conhecimentos na formação continuada dos gestores, o que não deveria ocorrer. Esta pesquisa pretende constatar que sem capacitação/formação necessária para dinamizar e gerenciar as atividades, recursos e projetos no âmbito educacional, o gestor desempenha a função para o qual foi designado apresentando inúmeras dificuldades, ficando a escola sem organização administrativa e pedagógica .Pretende-se também comprovar que a organização gerencial e administrativa do ambiente escolar e o desenvolvimento e gerenciamentos dos recursos humanos e financeiros, requer competência técnica, desta forma tem-se como hipótese que sem os conhecimentos pedagógicos e administrativos adquiridos no âmbito acadêmico os gestores apresentaram dificuldades em desenvolver suas atividades, pois não se gerencia uma escola sem formação.


.







4.OBJETIVO GERAL

Identificar as condições profissionais, políticas, econômicas e de formação acadêmica,  proporcionadas pela Rede Municipal de Vera Cruz para a gestão educacional  das escolas, com vistas à atuação dos gestores nas unidades.


5.OBJETIVOS ESPECIFICOS:


  • Verificar a relação teoria e prática voltadas para o fazer pedagógico/administrativo na formação continuada dos gestores oferecidas pela Secretaria de Educação de Vera Cruz.
  • Analisar a co-relação entre a formação continuada oferecida, e o discursos dos profissionais em relação à estas formações;
  • Identificar os possíveis saberes  ressignificados e resontextualizados na prática dos gestores;
  • Conhecer, através de entrevista e da análise de documentos, os projetos voltados para a gestão escolar e a proposta de educação da SMED/Vera Cruz;
  • Analisando a importância dos cursos  formação inicial e continuada através dos discursos valorizando a historicidade profissional.
  • Verificar a organização político-administrativa e pedagógica das escolas, bem como a operacionalização da autonomia administrativa/pedagógica das mesmas.










6.METODOLOGIA

A pesquisa será realizada em 55 escolas públicas municipais da cidade de Vera Cruz. Para esta pesquisa optou-se por realizar um estudo de caso qualitativo, que consistirá no levantamento de informações e estudo a respeito da gestão educacional na Rede Municipal de Vera Cruz. Serão observados aspectos referentes à representação social dos gestores, a atuação dos mesmos no espaço escolar, aos cursos de formação inicial e continuada, os discursos e os saberes durante e após as formações, tomando como base a importância e a necessidade destas formações para a prática pedagógica e administrativa na gestão da escola.

De acordo com Ruiz (1991), a pesquisa de campo consiste na observação dos fatos tal como ocorrem espontaneamente, na coleta de dados e no registro de variáveis presumivelmente relevantes para ulteriores análises. Um estudo de caso busca compreender a dinâmica dos processos constitutivos, envolvendo um diálogo do pesquisador com a realidade estudada. Ainda segundo este autor, as etapas que compõem a pesquisa de campo são: pesquisa bibliográfica, determinação de técnicas de coleta, registro e análise dos dados.

Por pesquisa bibliográfica entende-se um apanhado geral sobre os principais trabalhos realizados, capazes de fornecer dados atuais e relevantes relacionados ao tema (RUIZ, 1979). Nesta pesquisa serão consultados autores com reconhecida contribuição no que se refere à temática da pesquisa, tais como: Arroyo (1979); Aguiar (1987); Paro (1996, 1991); Dourado (1998); Ferreira, (1999); Costa (1997); Lima (1992); Barroso, Sjorslev, (1991) Apple, James (1997); Canário (1995) Libâneo (2004) dentre  outros,  para melhor compreender a gestão dos espaços educativos e a formação de gestores para a atuação no cenário de uma gestão democrática.

Após a pesquisa bibliográfica, segue a coleta de dados, que deve ser constantemente relacionada aos objetivos previamente estabelecidos, pois conforme Cervo (apud LAKATOS; MARCONI, 2007) “os objetivos podem definir o material a coletar, o tipo de problema e a natureza do trabalho”. Para a coleta de dados serão utilizadas as técnicas de entrevista e observação.

A entrevista e a observação utilizadas como técnicas para coleta de dados, ao mesmo tempo em que valorizam a presença do investigador, também dão espaço para que o sujeito investigado tenha liberdade de participar e enriquecer a investigação.

Após a coleta de dados Lakatos e Marconi (2007) sugerem a classificação dos mesmos de forma sistemática através de seleção (exame minucioso dos dados), codificação (técnica operacional de categorização) e tabulação (disposição dos dados de forma a verificar as inter-relações). Esta classificação possibilita maior clareza e organização na última etapa desta pesquisa, que é a elaboração do texto da dissertação.

























7.REFERENCIAS


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ALVES, N. (org.) Formação de professores: pensar e fazer. São Paulo: Cortez, 1992.

APPLE, Michael, JAMES, Beane. Escolas democráticas. São Paulo :Cortez, 1997.
.
ARROYO, M. G. Administração da Educação, poder e participação.Educação e Sociedade, São Paulo, 1979.

BARROSO, J. A Administração da Educação : os caminhos da descentralização. Lisboa : Colibri, 1991.

BERGER, P. L. e LÜCKMANN, T. A construção social da realidade - Tratado de sociologia do conhecimento. 12. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.

BRASIL. Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. In: Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez.1996. ano CXXXIV, n. 248.

CANÁRIO, R. A gestão como meio de inovação nas escolas. In: NÓVOA, A. As organizações escolares em análise. Lisboa : D.Quixote, 1995.

COSTA, Marisa C. Vorraber. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1995.

CHAUÍ, Marilena. Cultura e democracia: o discurso competente e outras falas. 7. ed. São Paulo: Cortez, 1997.

CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 3ª Edição. São Paulo:
1983.

D'Ávila, Cristina ; VEIGA, Ilma Passos. Profissão docente: novos sentidos, novas perspectivas. Campinas: Papirus, 2008.

DEMO, Pedro. Desafios modernos para a educação. Brasília: IPEA, 1991

DOURADO, L. F. A escolha de dirigentes escolares : políticas e gestão da educação no Brasil. In: FERREIRA, Naura S. C. Gestão democrática da educação : atuais tendências,novos desafios. São Paulo : Cortes, 1998.

FERREIRA, N. S. C. (Org.). Gestão democrática da Educação : atuais tendências, novos desafios. São Paulo : Cortez, 1999.

FÉLIX, M. de F. C. Administração escolar: um problema educativo ou empresarial? São Paulo:Cortez/Autores Associados, 1984

GUIMARÃES, Ana Archangelo et alli. O coordenador pedagógico e a educação continuada. Edições Loyola: São Paulo, 1998. 

GRACINDO, R. V.; KENSKI, V. M. Gestão de Sistemas Educacionais: a produção de pesquisas no Brasil.2001.

HORTA, J. S. B. Planejamento educacional. In: MENDES, D. T. (Org.).Filosofia da educação brasileira. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 1983.

HORA, Dinair Leal da. Gestão Democrática na Escola. 6. ed. São Paulo:
Papirus, 1999.

LAKATOS. Eva Maria, MARCONI. Marina de Andrade. Referencias bibliográficas. In: . Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

LEÃO, A. C. Introdução à Administração Escolar. 2ª edição. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1945.

LIMA, Lecínio. A escola como organização educativa. São Paulo. Cortez., 2001.

LUCE, M. B. M. Administração da Educação : polêmicas e ensaios da democratização. Em Aberto, Brasília, v. 6, n. 36, out./dez. 1987.

LÜCK, H. Gestão Educacional: uma questão paradigmática. 3ª Ed. São Paulo: Vozes, 2007.

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MORGAN, G., (1996), Imagens da Organização, São Paulo: Atlas

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PARO, Vitor Henrique. Administração Escolar- Introdução Crítica 9. ed. São
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RIBEIRO, J. Q. Ensaio de uma teoria da Administração Escolar. São Paulo: Saraiva, 1986.

RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1991.

SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia. São Paulo, Cortez, 1984.
       
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SANDER, B. Administração da Educação no Brasil: genealogia do conhecimento. Brasília: Liber Livro, 2007a.

SANDER, B. Gestão da Educação na América Latina: construção e reconstrução do conhecimento. São Paulo: Autores Associados, 1995.

WITTMANN, L. C.; GRACINDO, R. V. (orgs.). O Estado da Arte em Política e Gestão da Educação no Brasil – 1991 a 1997. Brasília: ANPAE, Campinas: Autores Associados, 2001.

30 de abril de 2011

Educação: Ambiental, do Campo, de Jovens e Adultos e Étnico-Racial

No site do Ministério da Educação, encontramos muitos materias para leitura e formação do educador e pesquisa. Segue o link, onde você poderá fazer download dos  livros e documentos.Vale a pena conferir!!!!

  1. Coleção Educação para Todos
  2. Diversidade Étnico-Racial
  3. Educação Ambiental
  4. Educação do campo
  5. Educação Integral
  6. Educação de Jovens e Adultos

1- Coleção Educação Para Todos


volume 01: Educação de Jovens e Adultos: uma memória contemporânea
Volume 02: Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03
volume 03: Construção Coletiva: contribuições à educação de jovens e adultos
volume 04: Educação Popular na América Latina: diálogos e perspectivas
volume 05: Ações Afirmativas e Combate ao Racismo nas Américas
volume 06: História da Educação do Negro e Outras Histórias
volume 07: Educação como Exercício de Diversidade
volume 08: Formação de Professores Indígenas: repensando trajetórias
volume 09: Dimensões da Inclusão no Ensino Médio: mercado de trabalho, religiosidade e educação quilombola
volume 17: Católicos Radicais no Brasil
volume 10: Olhares Feministas
volume 11: Trajetória e Políticas para o Ensino das Artes no Brasil: anais da XV CONFAEB
volume 12: Série Vias dos Saberes nº1: O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje
volume 13: Série Vias dos Saberes nº2: A Presença Indígena na Formação do Brasil
volume 14: Série Vias dos Saberes nº3: Povos Indígenas a Lei dos "Brancos": o direito à diferença
volume 15: Série Vias dos Saberes nº4: Manual de Lingüística: subsídios para a formação de professores indígenas na área de linguagem
volume 16: Juventude e Contemporaneidade
volume 17: Católicos Radicais no Brasil
volume 18: Série Avaliação nº1: Brasil Alfabetizado: caminhos da avaliação
volume 19: Série Avaliação nº2: Brasil Alfabetizado: a experiência de campo de 2004
volume 20: Série Avaliação nº3: Brasil Alfabetizado: marco referencial para avaliação cognitiva
volume 21: Série Avaliação nº4: Brasil Alfabetizado: como entrevistamos em 2006
volume 22: Série Avaliação nº5: Brasil Alfabetizado: experiências de avaliação dos parceiros
volume 23: Série Avaliação nº6: O que Fazem as Escolas que Dizem que Fazem Educação Ambiental?
volume 24: Série Avaliação nº7: Diversidade na Educação: experiências de formação continuada de professores
volume 25: Série Avaliação nº8: Diversidade na Educação: Como indicar as diferenças?
volume 26: Pensar o Ambiente: bases filosóficas para a educação ambiental
volume 27: Juventudes: outros olhares sobre a diversidade
volume 28: Educação na Diversidade: experiências e desafios na educação intercultural bilíngüe
volume 29: O Programa Diversidade na Universidade e a Construção de uma Política Educacional Anti-racista
volume 30: Acesso e Permanência da População Negra no Ensino Superior
volume 31: Escola que Protege: enfrentando a violência contra crianças e adolescentes
volume 32- Diversidade Sexual na Educação: problematizações sobre a homofobia nas escolas
volume 33: I Encontro Nacional de Alfabetização e Cultura Popular

2- Diversidade Étnico-Racial

Contribuições para Implementação da Lei 10.639/2003

Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Etnicorraciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana

Título: Diversidade na Educação Reflexões e Experiências
Autor: SEMTEC
Editora: Programa Diversidade na Universidade.
Edição:
Páginas: 100.
Resenha:
Coordenação: Marise Nogueira Ramos, Jorge Manoel Adão, Graciete Maria Nascimento BarrosÉ indubitável o fato de que nós, brasileiros, vivemos numa sociedade complexa, plural, diversa e desigual. A nossa diversidade e pluralidade, contudo, não se exibe só através das diferentes culturas contituintes da população. A nossa diversidade...

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Título: Superando o Racismo na Escola
Autor: SECAD, Kabengele Munanga (organizador)
Editora: SECAD.
Edição: 2ª Edição Revisada.
Páginas: 204.
Resenha: A reedição de Superando o Racismo na Escola dá-se no contexto aberto pela sanção da Lei no 10.639/2003, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileiras nos estabelecimentos de ensinos fundamental e médio, oficiais e particulares. A reflexão sobre o lugar das tradições africanas no redesenho cultural da escola brasileira incentiva professores e professoras a relacionarem-se  com o mundo de possibiliddes que a sociabilidade negra criou, para além das referências e práticas eurocêntricas, cujas reiteração e reprodução na escola brasileira ainda fazem desta mais um problema do que uma solução para os desafios de nossa sociedade.

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Título: Quilombos - Espaço de resistência de homens e mulheres negros
Autor
: Schuma Schumaher (Coord.)
Editora: MEC/SECAD.
Edição: 1. Edição.
Páginas: 0.
Resenha: Este livro se destina especialmente aos professores e às professoras das comunidades quilombolas do Rio de Janeiro e das demais escolas do Sistema Educacional Brasileiro. Ademais, contribuirá, seguramente, para o cumprimento do que determina a legislação - “...o estudo da História da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política, pertencentes à História do Brasil” (§ 1°, artigo 26 A da LDB) - e para a efetivação de dois olhares: um olhare nriquecedor das comunidades do Rio de Janeiro sobre si mesmas, da recuperação de sua história, dos seus valores, de sua resistência, e outro de todo o Brasil sobre as comunidades quilombolas.

Atenção: O arquivo em PDF tem uma tamanho de cerca de 220 MB, o que faz com que o download se torne extremamente demorado!

Título: GIBI Quilombos
Autor: SECAD
Editora: MEC/SECAD.
Edição: 1. Edição.
Páginas: 0.
Resenha: O Gibi Quilombos: Espaço de Resistência de Crianças, jovens, mulheres e homens negros, criado pela REDEH – Rede de Desenvolvimento Humano - ,apresenta a história de todas as meninas(os), jovens, homens e mulheres quilombolas que, espalhados pelo país, lutam há muito tempo pela preservação de sua cultura, seus valores e principalmente, pelo direito de contar sua verdadeira história. É um convite à reflexão, aumentando ainda mais a auto-estima dos cerca de 49.722 alunos(as) quilombolas, segundo dados no INEP, matriculados em 364 escolas localizadas em áreas de remanescentes de quilombos.
Download (gibi_quilombos.pdf, 5.5 MB)

Título: Salto para o futuro
Autor: TVE
Editora: TVE.
Edição
Páginas: 0.
Resenha: Série SALTO PARA O FUTURO da TVE.

Parte 1

Título: Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana
Autor: MEC/SECAD
Editora: MEC/SECAD.
Edição: 1.
Páginas: 35.
Resenha: A obrigatoriedade de inclusão de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana nos currículos da Educação Básico trata-se de decisão política, com fortes repercussões pedagógicas, inclusive na formação de professores. Com esta medida, reconhece-se que, além de garantir vagas para negros nos bancos escolares, é preciso valorizar devidamente a história e cultura de seu povo, buscando reparar danos, que se repetem há cinco séculos, a sua identidade e a direitos seus. A relevância do estudo de temas decorrentes da história e cultura afro-brasileira e africana não se restringem à população negra, ao contrário dizem respeito a todos os brasileiros, uma vez que devem educar-se enquanto cidadãos atuantes no seio de uma sociedade multicultural e pluriétnica, capazes de construir uma  nação democrática.
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Título: Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-Raciais
Autor: MEC / SECAD
Editora: MEC / SECAD.
Edição: 1ª edição.
Páginas: 261.
Resenha: Todo o material apresentado nessa obra busca detalhar uma política educacional que reconheça a diversidade étnico-racial, em correlação com a faixa etária e com situações específicas de cada nível de ensino, possibilitando a reelaboração das relações que se estabelecem dentro e fora do ambiente escolar. Esse exemplar é resultado de grupos de trabalhos constituídos de estudiosos das questões étnico-racial que elaboram textos para cada nível ou modalidade de ensino na perspectiva de fornecer subsídios para o tratamento da diversidade na educação de forma contextualizada.

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3- Educação Ambiental

 
 
 
4- Educação do Campo


Caderno 2 - Sistemas de produção e processos de trabalho no campo
Caderno pedagógico educadoras e educadores
Caderno pedagógico educandas e educandos

Caderno 3 - Cidadania : organização social e políticas públicas
Caderno Pedagógico Educandas e Educandos
Caderno Pedagógico Educadoras e Educadores

Educação no Campo
Cadernos pedagógicos Escola Ativa

Educação em Direitos humanos
5° Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero
Ecoar - O Fim do Trabalho Infantil! - A Educação, a Comunicação e a Arte da Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente
Gênero e Diversidade na Escola
Cartilha
Direitos Humanos
 Ética e Cidadania - Construindo Valores na Escola e na Sociedade
Fascículos
Exclusão - Inclusão

Protagonismo Juvenil

Relações Étnicas
  
5- Educação Integral


REDE DE SABERES MAIS EDUCAÇÃO - Pressupostos para Projetos Pedagógicos de Educação Integral
EDUCAÇÃO INTEGRAL - Texto Rerefência Para o Debate Nacional


6- Educação de Jovens e Adultos


A Coleção Cadernos de EJA foi elaborada para o ensino fundamental de jovens e adultos, da alfabetização até a 8ª série. Ela poderá também ser utilizada, integralmente ou em parte, em outras situações de ensino, como nas experiências de educação não formal, apesar de seu foco ser o ensino fundamental de jovens e adultos ofertado pelas escolas públicas. A coleção segue as orientações curriculares do CNE, organizando os componentes e conteúdos em torno de eixos temáticos e tem o trabalho como eixo geral integrador desses temas.


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Cadernos Trabalhando Com a Educação de Jovens e Adultos:

Cadernos de EJA - Matéria pedagógica destinada aos 1º e 2º segmentos do ensino fundamental de EJA

Caderno metodológico Capa Conteúdo

Nome do caderno
Aluno
Professor
Cultura e Trabalho
Diversidade e Trabalho
Economia Solidária e Trabalho
Emprego e Trabalho
Globalização e Trabalho
Juventude e Trabalho
Meio Ambiente e Trabalho
Mulher e Trabalho
Qualidade de vida, consumo e Trabalho
Segurança e Saúde no Trabalho
Tecnologia e Trabalho
Tempo livre e Trabalho
Trabalho no Campo

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