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14 de maio de 2011

Projeto Junino para Educação Fundamental e Infantil: Dicas e Sugestões de Atividades


Antes de aplicar este ou outro projeto voltado para educação infantil ou outra série, solicito que leia a seguinte reportagem da Revista  Nova Escola. Equívocos em série.Vamos  para os Trabalhos que podem ser realizados;

Sugestões de Trabalhos pedagógicos

 1-Livrinho de Receitas com as comidas feitas nas festas juninas

Objetivo: Produzir um livro com receitas das comidas feitas no período junino, como também desenvolver a leitura e a escrita.

2-Livros com as superstições.

Objetivo: Pesquisar as superstições mais utilizadas pelas pessoas ( mãe, pai, tia etc), e escrever sobre as histórias e sobre as superstições.Desenvolvendo o senso critico, a pesquisa e incentivando a escrita a partir da oralidade.

3-Livreto com informações sobre os fogos de Artifícios

Objetivo: Elaborar textos com informações de prevenção e segurança, sobre a utilização de fogos artificiais.
Seguem outras informações:

Projeto Junino:

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal). Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses.

Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.


Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.


Festas Juninas no Nordeste

Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Comidas típicas

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Tradições

As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.


Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.


Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.
 


Como organizar uma Quadrilha Junina

http://www.4shared.com/get/rFPxfjDm/QUADRILHA_JUNINA.html

Musicas para Quadrilha Junina Infantil



Acesse os links a seguir sobre as Festas Juninas:


ARTE EDUCAÇÃO - MEU SÃO JOÃO
AS FESTAS JUNINAS
ASSU SÃO JOÃO MAIS ANTIGO DO MUNDO
ASSU SÃO JOÃO MAIS ANTIGO DO MUNDO (2)
CICLO JUNINO (BRINCANTES)
ESPECIAL DE SÃO JOÃO (A PONTE)
EXPRESSO DO FORRÓ
FESTAS JUNINAS (NOVO MILÊNIO)
FESTAS JUNINAS - CRIANÇAS (TERRA)
FESTAS JUNINAS (UOL VIAGEM)
FESTA JUNINA (PRATO FEITO)
FESTA JUNINA (SUA PESQUISA)
FESTA JUNINA (WIKIPÉDIA)
FESTAS JUNINAS
FESTAS JUNINAS (CACP)
FESTAS JUNINAS-SERGIPE
FESTAS JUNINAS (TAHYANEFIRE)
FESTAS JUNINAS - VIVA BRAZIL
JUNY PARTY
QUADRILHA EXPLOSÃO JUNINA
QUADRILHA JUNINA ARRAIÁ DO BABAÇU
QUADRILHA JUNINA BALANCÊ
ROTA DO FORRÓ (UOL)
SÃO JOÃO DA BAHIA
SÃO JOÃO NA BARRA-BA
SÃO JOÃO DE CAMPINA GRANDE
SÃO JOÃO DE CAMPINA GRANDE (WIKIPÉDIA)
SÃO JOÃO DE CAMPINA GRANDE (SNN)
SÃO JOÃO DE CARUARU
SÃO JOÃO DE CARUARU (1999-2006)
SÃO JOÃO DE CRUZ DAS ALMAS-BA
SÃO JOÃO DO NORDESTE (PE 360 GRAUS)
SÃO JOÃO DO NORDESTE
SÃO JOÃO PERNAMBUCO.COM
SÃO JOÃO DE PERNAMBUCO (GUIA PERNAMBUCO)
TICOMIA
TREM DO FORRÓ
VIVA SÃO JOÃO

Para conhecer a CULINÁRIA das FESTAS JUNINAS, clique aqui

8 de maio de 2011

Escola transforma crianças em pequenos críticos literários

Depois de muitas noticias que desvalorizam o professor e marginaliza a escola, penso que na escola podemos fazer a diferença. Muitas das vezes a mídia só informa parte da situação, como recentemente os sites e as Redes Sociais só falavam da escola, como centro da violência, do Bullying e que os professores não sabem fazer isso ou aquilo, porém poucas são as reportagens que dizem que os professores ganham pouco, e que mesmo sem condições de trabalho realizam muito. Poucas são as matérias que apresentam os excelentes trabalhos realizados pelos docentes em todo o Brasil.


Vejam esta matéria, que trabalho brilhante...



Apresentar a escrita como algo prazeroso é um desafio para os educadores, especialmente numa período em que muitas crianças e jovens conseguem se comunicar com apenas os 140 caracteres do microblog Twitter. Na aula da professora Daniela Dezordi, do Colégio Vera Cruz, de São Paulo, além de aprender a gostar de escrever, as crianças se tornam críticos literários. 

Há cinco anos, os alunos do 1º ano do ensino fundamental da escola produzem um catálogo de livros, com resenhas escritas por eles mesmos. É uma produção que dura meses, e em que se debate sobre as obras que mais gostaram de ler e que gostariam de indicar para os colegas. Quando a classe decide a lista de livros, cada um faz uma resenha. 

"Faz toda a diferença eles saberem o motivo do trabalho, que no final sai uma publicação", diz Daniela. Os catálogos são trocados entre as turmas, e todos podem conferir as indicações. "Quando os livros chegam, eles estão curiosos para ver o que indicaram, mas também para ler os que os outros sugeriram", orgulha-se a educadora. Com o catálogo em punho, os pequenos participam do Sábado Literário, uma feira de livros que acontece anualmente na escola. 

Para Márcia Fortunato, coordenadora do curso de pós-graduação de Formação de Escritores, do Instituto Superior de Educação Vera Cruz, de São Paulo, o segredo está em apresentar às crianças a utilidade do texto. 

"No dia-a-dia, escrevemos para executar tarefas, como fazer a lista do supermercado", diz. Assim, o que se escreve na escola também deve se aproximar a essas ações rotineiras, para que os estudantes tenham uma motivação real na hora de segurar o lápis. "Senão se mantém uma ideia de que se escreve para o professor ler e corrigir, em vez de para se comunicar. A função social se perde", afirma Márcia. 

É importante ensinar, por exemplo, os tipos de gêneros que existem para mostrar o melhor uso de cada um, dependendo do objetivo do escritor. "Escrevemos para muitas finalidades. Desde para fazer um requerimento burocrático até para convidar alguém por e-mail para jantar", afirma. Segundo Márcia, o aluno deve aprender as diferenças entre eles na prática. O professor precisa saber explicar que conteúdo, que público e que estrutura textual estão relacionados com cada gênero. 

Assim, a especialista vê com reprovação o ensino indiscriminado da dissertação nos colégios. "O aluno pode aprender a argumentar, mas não é um texto que será usado socialmente, porque ele só existe nesse formato dentro do ambiente escolar. Você aprende com ele, mas não lhe faz escritor", afirma. A dissertação pode ser um primeiro passo para aprender a escrever artigos, garante a educadora. 

Para envolver a criança em uma situação de escrita, é possível também tomar acontecimentos importantes e fazer dos alunos pequenos repórteres. O professor precisa ter um "gancho", como o terremoto no Japão. Aí podem surgir atividades relacionadas ao tema, como produzir textos sobre esse país e sobre fenômenos naturais. Toda a produção pode ser compilada em uma revista ou em um mural para se colocar no colégio. "Também se pode basear nas reportagens dos jornais e pedir para que os próprios jovens façam matérias, entrevistando descendentes de japoneses, por exemplo", aconselha a professora.

 Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5094413-EI8266,00-Escola+transforma+criancas+em+pequenos+criticos+literarios.html


3 de maio de 2011

Projeto sobre Bullying: uma proposta didática

Prezados, estou disponibilizando um Projeto Didático sobre Bullying. Este projeto pedagógico pode ser aplicando em qualquer escola, existindo claro as devidas modificações. Estou postando aqui, para socializar experiências. Tenho uma turma de alunos de pedagogia,  que estão aplicando este projeto em quase 30 escolas, pretendo postar aqui os resultados.

 
Projeto Bullying: diga não as ameaças, tiranias, opressões, intimidações e humilhações.


 

APRESENTAÇÃO

 

Este projeto será desenvolvido na Escola x .na turma x com cerca de x alunos, tendo como temática central a reflexão sobre o Bullying tanto na escola, como na sociedade em geral. Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

Pretende-se discutir com este projeto as situações ocorridas no ambiente escolar caracterizada como bullying, além disso, este projeto visa  discutir formas de convivência no espaço escolar, valorizando a amizade, os valores humanos e a integração entre os envolvidos no projeto.

 

 

JUSTIFICATIVA

 

 

A prática do Bullying, tornou-se algo comum nos espaços educacionais, provocando cada vez mais atitudes violentas, tantos dos agressores, como das vitimas.

 

Discutir as questões ligadas a prática do bullying com toda a comunidade escolar, é importante, pois, proporciona a reflexão e evita que novos casos de bullying ocorra nas unidades escolares. Este projeto pretende atuar, tonto com os alunos, como pais e responsáveis, buscando medidas educativas que combatam as ações de violência na escola.

 

A popularidade do fenômeno cresceu com a influência dos meios eletrônicos, como a internet e as reportagens na televisão, pois os apelidos pejorativos e as brincadeiras ofensivas foram tomando proporções maiores. "O fato de ter conseqüências trágicas - como mortes e suicídios - e a impunidade proporcionaram a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema", aponta Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil

 

 

OBJETIVO GERAL

 

Pesquisar e refletir sobre as causas e conseqüências do bullying, tomando como partida as narrativas de alunos, professores, pais e responsáveis.

Objetivos Específicos

 

  • Discutir com os alunos as principais causas de bullying.
  • Refletir sobre a necessidade de desenvolvermos ações educativas contra o bullying na unidade escolar.
  • Aplicar atividades orais e escritas que estimulem a reflexão sobre as práticas de violência no espaço escolar.
  •  Discutir o respeito as diferenças no espaço escolar.
  • Construir uma proposta de regras de convivência e contra o bullying na unidade escolar.
 
METODOLOGIA

Este projeto será desenvolvido através de leituras, discussão de textos, trabalhos em grupos, proporcionando uma reflexividade sobre as causas e conseqüências do Bullying. Também serão  utilizada as seguintes estratégias metodológicas:


  
CLIENTELA

Alunos, professores e toda a comunidade escolar.

  
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

FANTE, Cleo. Fenômeno Bullying – Como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. 2ª edição. Campinas SP: Veros Editora, 2005.

PEREIRA, Beatriz Oliveira. Para uma Escola sem violência: estudo e prevenção das práticas agressivas entre crianças. Edição: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.


Sites para Leitura complemetar.
  

Obs: Elabore um cronograma com as datas e as atividades que serão realizadas. Mobilize toda a escola para aplicação deste projeto. Convite os alunos a criarem cartazes outdoor, links, postagens e etc.


Sucesso e não deixe de me enviar um e-mail contando-me como foi apresentação dos filmes e a aplicação do projeto.
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