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5 de maio de 2011

Projeto de Pesquisa para Mestrado: GESTÃO EDUCACIONAL: DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DOS GESTORES ÀS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS NO ESPAÇO ESCOLAR

Elaborei este projeto de pesquisa,  quando tentei o Mestrado em Educação na Universidade Federal da Bahia. Segue para apreciação, lembrando que cada programa de pós-graduação, estabelece as diretrizes para a elaboração do projeto que será avaliado bela banca. Antes de elaborar um projeto para o mestrado em alguma Universidade Pública, observe a linha de pesquisa do Mestrado, busque informações no site do programa, veja se tem algum professor que pesquisa ou orienta a sua temática, desta froma você poderá tentar o processo seletivo, prevendo que este professor seja o seu futuro orientador.Se desejar pode utilizar este modelo e projeto.Lembre-se que este projeto não esta completo e alguns dos itens necessita de um maior aprofundamento teórico e metodológico.

Leia também esta postagens que elaborei:  Orientações para Ingressar no Mestrado .


GESTÃO EDUCACIONAL: DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DOS GESTORES ÀS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS NO ESPAÇO ESCOLAR



1.INTRODUÇÃO

Este projeto de pesquisa será desenvolvido na rede educacional do município de Vera Cruz-Bahia. Visando analisar e refletir sobre a atuação dos 55 gestores das Escolas Municipais de  Vera Cruz, que é um município que se localiza na zona metropolitana de Salvador e possui 9.200 alunos que  estão matriculados nas 55 unidades escolares. O projeto pretende analisar se a formação inicial ou continuada dos gestores que atuam nestas escolas contempla as demandas administrativas que emergem no espaço escolar, e quais projetos e políticas a Secretaria Municipal de Educação tem desenvolvido para subsidiar a atuação destes gestores.

Este projeto pretende também refletir sobre as produções de alguns trabalhos voltados para a gestão educacional democrática da escolar, tomando como base a reflexão nas pesquisa de:  Arroyo (1979); Aguiar (1987); Paro (2000); Dourado (1998); Ferreira, (1999); Costa (1997); Lima (2001); Barroso, Sjorslev, (1991) Apple, James (1997); Canário (1995) Libâneo (2004, 2005), Luck ( 1998, 2007) dentre  outros,  para melhor compreender a gestão dos espaços educativos e a formação de gestores, tendo como norte, pensar a gestão participativa da escola, visto que a bibliografia atual, como as demais pesquisas voltadas para a gestão educacional propõe uma nova forma de atuação do gestor de escola, seja ele diretor, vice-diretor, assistente de direção, supervisor, coordenador pedagógico ou orientador educacional, e estabelece dois princípios fundamentais, que não são excludentes, mas complementares: a democratização da gestão escolar prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, lei 9394/96 e a profissionalização da ação diretiva.

Para Morgan (1996), a escola deve funcionar como um sistema vivo que existe num ambiente mais amplo do qual depende em termos de satisfação das suas várias necessidades e os seus profissionais devem funcionar como os órgãos que, em conjunto, trabalham para que a organização cumpra com os seus objetivos. A escola tem-se enquadrado num modelo de Burocracia Profissional, característica de organizações que atribuem grande importância aos profissionais da produção, a quem é atribuído um elevado grau de autonomia, ideal para um sistema essencialmente normativo onde o principal objetivo é a produção com fins reprodutivos. Assim sendo, a complexidade do estudo organizacional assume particular relevância, pois se existem diferentes tipos de organização,também há diferentes gêneros de ambiente. Ribeiro (1986) compreende a administração da escola como uma necessidade.

a administração escolar vai funcionar como um instrumento executivo, unificador e de integração do processo de escolarização, cuja extensão, variação e complexidade ameaçam a perda do sentido da unidade que deve caracterizá-lo e garantir-lhe o bom êxito (RIBEIRO, 1986, p. 30).

De acordo com Paro (2000), a administração geral pode ser vista, tanto na teoria quanto na prática, dois campos se interpenetram, a racionalização do trabalho e a coordenação, levando em conta respectivamente, os elementos materiais e conceptuais, de um lado, e o esforço humano e do outro o esforço coletivo.

Segundo Jose Carlos Libâneo (2004) a   gestão da escola, é uma tarefa administrativa, e pensar na gestão deste espaço remeti-nos a muitos desafios, pois a organização e a gestão escolar são  dimensões que estão profundamente articuladas, já que a escola não é uma soma de partes, mas um todo interligado que busca articular as orientações dos poderes públicos e o pensar pedagógico à sua prática do dia-a-dia, mediada pelo conhecimento da realidade e pela participação de todos os atores envolvidos no processo educativo.

Os termos gestão e administração da educação são utilizados na literatura educacional ora como sinônimos, ora como termos distintos. Algumas vezes, gestão é apresentada como um processo dentro da ação administrativa; em outras, seu uso denota a intenção de politizar essa prática. Apresenta-se também como sinônimo de gerência, numa conotação neotecnicista, e, em discursos mais politizados, gestão aparece como a nova alternativa para o processo político-administrativo da educação (GRACINDO; KENSKI, 2001, p. 113).
                                 
                                      A gestão é a atividade pela qual são mobilizados meios e procedimentos para atingir objetivos da organização, envolvendo os aspectos gerenciais, técnico-administrativo e pedagógico. Para tanto é necessário que as escolas utilizem os objetos da gestão (processo, projeto, programa), para assim atingirem seus objetivos. (LIBÂNEO 2004, p.15)

          A concepção de gestão escolar supera e relativiza o conceito de administração escolar, trata-se de um significado mais abrangente, democrático e transformador que percebe a escola como um espaço de conflitos, de relações interpessoais, de emergência e alternância de lideranças, de negociação entre interesses.
                                     



                                      A expressão “gestão educacional”, comumente utilizada para designar a ação de dirigentes, surge, por conseguinte, em substituição a “administração educacional”, para representar não apenas novas idéias, mas sim um novo paradigma, que busca estabelecer na instituição uma orientação transformadora, a partir da dinamização de rede de relações que ocorrem, dialeticamente, no seu contexto interno e externo. Assim, como mudança paradigmática está associada à transformação de inúmeras dimensões educacionais, pela superação, pela dialética, de concepções dicotômicas que enfocam ora o diretivismo, ora o não-diretivismo; ora a hétero-avaliação, ora auto-avaliação; ora a avaliação quantitativa, ora a qualitativa; ora a transmissão do conhecimento construído, ora a sua construção, a partir de uma visão da realidade (LUCK 2007, p 4)

Segundo Libâneo,

                                      Toda instituição escolar necessita de uma estrutura de organização interna, geralmente prevista no regimento escolar ou em legislação específica estadual ou municipal. O termo estrutura tem o sentido de ordenamento e disposição das funções que asseguram o funcionamento de um todo, no caso, a escola (...). A estrutura organizacional de escolas se diferencia conforme a legislação dos estados e municípios e conforme concepções de organização e gestão adotadas. (LIBÂNEO, 2004, p.127)

Paro salienta que,
                                      A atividade administrativa não se dá no vazio, mas em condições históricas determinadas para atender as necessidades e interesses de pessoas e grupos. A administração escolar está, assim, organicamente ligada à totalidade social, na qual, além de se realizar e exercer sua ação, está sujeita às condições existentes de ordem econômica, política e social. Assim, os elementos relacionados à administração e à escola devem ser examinados à luz da organização e funcionamento da sociedade. (PARO 2000, p. 54)
            

           Percebe-se que é necessária uma reflexão com todos dos atores envolvidos        no                         cotidiano  escolar,  pois na atual escola pública do Brasil, os papéis de direção administrativa e de direção pedagógica tendem na prática a se fundir num único personagem dirigente. Este projeto propõe refletir justamente sobre esta questão, buscando analisar no contexto do município de Vera Cruz, e os gestores possuem formação administrativa e pedagógica para a atuação nos estabelecimentos escolares, pois como afirma Libâneo (2004), Luck (2003)  dentre outros a gestão educacional hoje tem dois princípios fundamentais, que não são excludentes, mas complementares: a democratização da gestão escolar e a profissionalização da ação diretiva, é justamente este foco, que pretendemos refletir, pesquisar e analisar neste projeto.


2.PERGUNTA DE INVESTIGAÇÃO

A formação inicial ou continuada especificamente dos gestores das escolas municipais de Vera Cruz oferecem subsídios teóricos  para os  desafios da gestão escolar, em face das novas demandas que a escola enfrenta, no contexto de uma sociedade que se democratiza e se transforma?


3.HIPOTESES

A gestão da escola publica é uma tarefa que demanda competência técnica, pois a escola como uma organização publica, exige uma gestão baseada nos princípios da gestão participativa,  que demanda conhecimentos administrativos e pedagógicos, que não são trabalhados na formação inicial e desta forma, existe um déficit também destes conhecimentos na formação continuada dos gestores, o que não deveria ocorrer. Esta pesquisa pretende constatar que sem capacitação/formação necessária para dinamizar e gerenciar as atividades, recursos e projetos no âmbito educacional, o gestor desempenha a função para o qual foi designado apresentando inúmeras dificuldades, ficando a escola sem organização administrativa e pedagógica .Pretende-se também comprovar que a organização gerencial e administrativa do ambiente escolar e o desenvolvimento e gerenciamentos dos recursos humanos e financeiros, requer competência técnica, desta forma tem-se como hipótese que sem os conhecimentos pedagógicos e administrativos adquiridos no âmbito acadêmico os gestores apresentaram dificuldades em desenvolver suas atividades, pois não se gerencia uma escola sem formação.


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4.OBJETIVO GERAL

Identificar as condições profissionais, políticas, econômicas e de formação acadêmica,  proporcionadas pela Rede Municipal de Vera Cruz para a gestão educacional  das escolas, com vistas à atuação dos gestores nas unidades.


5.OBJETIVOS ESPECIFICOS:


  • Verificar a relação teoria e prática voltadas para o fazer pedagógico/administrativo na formação continuada dos gestores oferecidas pela Secretaria de Educação de Vera Cruz.
  • Analisar a co-relação entre a formação continuada oferecida, e o discursos dos profissionais em relação à estas formações;
  • Identificar os possíveis saberes  ressignificados e resontextualizados na prática dos gestores;
  • Conhecer, através de entrevista e da análise de documentos, os projetos voltados para a gestão escolar e a proposta de educação da SMED/Vera Cruz;
  • Analisando a importância dos cursos  formação inicial e continuada através dos discursos valorizando a historicidade profissional.
  • Verificar a organização político-administrativa e pedagógica das escolas, bem como a operacionalização da autonomia administrativa/pedagógica das mesmas.










6.METODOLOGIA

A pesquisa será realizada em 55 escolas públicas municipais da cidade de Vera Cruz. Para esta pesquisa optou-se por realizar um estudo de caso qualitativo, que consistirá no levantamento de informações e estudo a respeito da gestão educacional na Rede Municipal de Vera Cruz. Serão observados aspectos referentes à representação social dos gestores, a atuação dos mesmos no espaço escolar, aos cursos de formação inicial e continuada, os discursos e os saberes durante e após as formações, tomando como base a importância e a necessidade destas formações para a prática pedagógica e administrativa na gestão da escola.

De acordo com Ruiz (1991), a pesquisa de campo consiste na observação dos fatos tal como ocorrem espontaneamente, na coleta de dados e no registro de variáveis presumivelmente relevantes para ulteriores análises. Um estudo de caso busca compreender a dinâmica dos processos constitutivos, envolvendo um diálogo do pesquisador com a realidade estudada. Ainda segundo este autor, as etapas que compõem a pesquisa de campo são: pesquisa bibliográfica, determinação de técnicas de coleta, registro e análise dos dados.

Por pesquisa bibliográfica entende-se um apanhado geral sobre os principais trabalhos realizados, capazes de fornecer dados atuais e relevantes relacionados ao tema (RUIZ, 1979). Nesta pesquisa serão consultados autores com reconhecida contribuição no que se refere à temática da pesquisa, tais como: Arroyo (1979); Aguiar (1987); Paro (1996, 1991); Dourado (1998); Ferreira, (1999); Costa (1997); Lima (1992); Barroso, Sjorslev, (1991) Apple, James (1997); Canário (1995) Libâneo (2004) dentre  outros,  para melhor compreender a gestão dos espaços educativos e a formação de gestores para a atuação no cenário de uma gestão democrática.

Após a pesquisa bibliográfica, segue a coleta de dados, que deve ser constantemente relacionada aos objetivos previamente estabelecidos, pois conforme Cervo (apud LAKATOS; MARCONI, 2007) “os objetivos podem definir o material a coletar, o tipo de problema e a natureza do trabalho”. Para a coleta de dados serão utilizadas as técnicas de entrevista e observação.

A entrevista e a observação utilizadas como técnicas para coleta de dados, ao mesmo tempo em que valorizam a presença do investigador, também dão espaço para que o sujeito investigado tenha liberdade de participar e enriquecer a investigação.

Após a coleta de dados Lakatos e Marconi (2007) sugerem a classificação dos mesmos de forma sistemática através de seleção (exame minucioso dos dados), codificação (técnica operacional de categorização) e tabulação (disposição dos dados de forma a verificar as inter-relações). Esta classificação possibilita maior clareza e organização na última etapa desta pesquisa, que é a elaboração do texto da dissertação.

























7.REFERENCIAS


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